Por um país mais Liberal… contra os Robin Hodds sociais!

“Não há pessoa que não ame a liberdade, mas quem é justo exige-a para todos, quem é injusto, apenas para si mesmo.” Ludwig Borne

Temos hoje no Brasil, uma gama de privilégios demasiado extensos em vários ramos e situações possíveis. São cotas raciais, de gênero e sociais, bolsas, reduções de impostos para determinadas empresas e setores da economia, subsídios, apoios etc.

Vivemos em um país que dá ênfase ao coitadismo, ao esmolismo e ao “apartheid” social e de relações. Ser branco, com bons rendimentos, cristão ou ateu e coxinha é quase que a definição de um nazista, ditador e aproveitador de criancinhas puras e indefesas.
Os ditadores da moral e dos bons costumes, os possuidores de toda benevolência, os pacifistas, ecochatos, puritanos, socialistas e, porque não, super-heróis e defensores dos fracos e oprimidos, não têm a percepção de que entre 0 e 1, há uma gama de condições, ou seja, para eles ou é 0 ou é 1, isso define, para os donos da razão, critérios definitivos de caráter, índole, moral, condição social etc. Definiremos aqui, que estes cidadãos, heróis, são o 0, bem à esquerda!
E pior que isso, estes hipócritas encapuzados de falácias verborrágicas, são quase que maioria em nossas Câmaras, Planaltos, Prefeituras, Ministérios, Governos estaduais e federais e universidades. Os falsetas se proliferam feito Gremlins!
Fingir caráter e ter discurso de bonzinho neste país vale mais do que ser, fazer e estar. Vá entender! Baseado nisso, observamos que as ações afirmativas se multiplicam. Querem o bem? Querem justiça? Querem benesses? ou querem controle social e dependência dos amantes do sofá?
Lutam por igualdade racial, mas na hora de obter louros com o sofrimento de antepassados, ou do coitadismo, são racistas. Negros ricos?? não interessa, são negros… abafa!!! Branco pobre morador da favela? bem feito, quem mandou! É quase um carma  para os brancos e uma benevolência Cristã para os negros. Estereotiparam os negros! Para os Robins sociais, são favelados e pobres, com leve tendência criminosa. Na lógica deles funciona assim: deve pagar D à C pelo que B fez para A. Entendeu?
É justo pais trabalharem absurdamente, pagarem elevados impostos, depois ainda terem que custear a educação de seus filhos? Impostos pagos não garantem qualidade do ensino que, baseado na constituição deveria ser igual para todos (povo). Perdem vagas e oportunidades nas instituições de ensino e, sendo assim, necessitam pagar uma faculdade particular porque, a que seu filho tanto desejava, foi ocupada por pessoas menos abastadas e/ou com mais melanina e com notas inferiores? É justo um governo Robin Hood? Eu não sabia que justo é escravizar ou explorar aquele que tem mais em prol dos que menos tem.
O problema é que os Cristos do governo não foram para a cruz. Deveriam! Mas que não retornem no terceiro dia
Partimos então à cota de gênero mais comentada no país, refere-se a estipulação de 30% de vagas obrigatórias para mulheres em partidos políticos e coligações. Há cota sobre os 100% destas mulheres??? ou seja, destas, tantos porcentos são para negras e outro tanto precisam ser pobres? Se bem que para os heróis sociais, negro e pobre são sinônimos. São os pleonasmos dos 0 à esquerda! Vá entender!
Outra prática muito comum dos Robin Hodds governamentais é beneficiar as classes trabalhadoras. Hã? Classe trabalhadora? Grevistas e baderneiros de plantão e os inanimados filantrópicos? Super trabalhadores! Tudo bem né!
Sindicatos, movimentos, ONG’s, instituições sem fins lucrativos, recebem diversos incentivos, fiscais ou não, legais ou não, diariamente. Estas organizações não pagam impostos, mesmo sendo isso o que faz o governo movimentar à máquina. Têm apoio em invasões, em greves, em quebra-quebras mancomunados com líderes da santa ceia governamental, que estão mais para Judas. Todavia todos esses líderes encontram-se com contas bancárias polpudas. Jamais são presos pelas barbaridades recorrentes e ainda se posicionam como impolutos, pudicos e supremos detentores da virtude de amar os ‘irmão’.
Temos ainda o Bolsa Família. Em resumo, foram em torno de 24 bilhões de reais consumidos em 2013 para “beneficiar” os mais necessitados. Adoram falar de estádios da Copa e das Olimpíadas, pois o dinheiro do POVO está sendo gasto em supérfluos, em circo e não em pão, mas 24 bi para terem fantoches militantes pode?
Usam a dialética para tentar ludibriar a massa, fingindo que estão mudando a vida destas pessoas, que por sinal vêm em público indignadas, bradarem, em alto e bom português errado, que necessitam de calças que custam mais de R$ 300. Pensei, que tal arrochar mais o branco coxinha e fazer com que as pessoas tenham a dignidade de desfilarem suas Guccis, Armanis etc. Os mano pira nas facilidade!
Apesar de ainda ter muita coisa engasgada na garganta, indignado vos questiono, vamos continuar bancando essa farra? sejam vocês brancos, negros, amarelos, quiçá arco-íris, principalmente da classe média brasileira. Sim, somos nós que pagamos essa conta, somos nós que mesmo sem querer, provemos casas próprias aos invasores, somos nós que custeamos terrenos às formigas vermelhas invasoras de terras, somos nós que pagamos a educação, por toda a vida, dos queridinhos da banda dos 0 à esquerda, somos nós que pagamos canais de televisões para exibirem a propaganda “gratuita”, somos nós que financiamos os sindicatos e movimentos, somos nós que continuamos sendo prejudicados por mulheres ensandecidas que invadem laboratórios e destroem anos de pesquisa, somos nós que pagamos tudo em dobro: educação, transporte, seguros, saúde etc. e para quê? Para que o governo tenha condições de garantir seus votos para a próxima eleição. Isso não seria uma compra de votos velada? enfim, até quando?
Por fim, vos afirmo! Necessitamos de livre mercado, livre concorrência, liberdade aos indivíduos e não à massas falidas encostadas e apoiadas por tocos que, coincidentemente, chamamos de governo e afins. Chega de imposições coitadistas, que são em verdade, dignas de pena. Precisamos abrir os próprios olhos, pois Venezuela, Bolívia e Cuba são logo ali. Vamos desmoronar de vez os muros que colocam em nossa volta, mesmo que não sejam concretos, mas que estejam por cimentar de vez nossas vidas.
A MELHOR AÇÃO AFIRMATIVA É O TRABALHO!
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