Por um país mais liberal… contra a negação do preconceito.

“Não tenho preconceitos, odeio a todos igualmente.” George Bernard Shaw

Tenho observado em diversas mídias sociais, uma dicotomia acerca do assunto tratado. Ou as postagens são de ódio profundo ou de um ceticismo morno que ofende o intelecto de quem o tem. Refletindo sobre isso, cheguei a uma conclusão que parecerá dolorosa para alguns e honesta para outros. NÃO HÁ NENHUM SER HUMANO QUE SEJA ISENTO DESTE SENTIMENTO CHAMADO PRECONCEITO. Uns mais, outros menos, uns o expõe furiosamente, outros educadamente.

Hoje em dia, negamos o preconceito (Juízo de valores), mas na verdade negamos a existência dele em nossa essência, tal qual negávamos, há pouco tempo, a inveja. Sinto informar para vocês caros leitores, negamos, mas ambos estão lá, em nossas mentes! Somos acometidos, mesmo que inconscientemente, de um maniqueísmo, onde nos colocamos ou gostaríamos de nos colocar, em apenas um ponto deste modo de pensar.

G.K. Chesterton nos alertava que: devemos ter a mente aberta, mas não tão aberta a ponto de o cérebro lhe escapar. São diversas as formas de preconceito, para a insônia dos politicamente corretos e para delírio dos fundamentalistas de plantão.

Podemos ter preconceito de tudo, todos e quaisquer coisas. Por exemplo: Cor, raça, música, vestuário, físico, homem, mulher, estrangeiros, religioso, ateu, homossexual, nordestino, negro, branco etc. Segundo o Dicionário Priberam, uma das formas de definição de preconceito é: “conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados”. Me pus a pensar… existindo um ser sobre humano, não constituído de preconceitos, isto significa que esta pessoa tem todas as suas opiniões formadas através de pensamentos adequados? Que pensamentos adequados?????

Creio que o preconceito, tal qual alguns outros “defeitos”, é a fusão de uma gama de sentidos e sentimentos, mas os que mais me vêm à mente, quando penso sobre esta questão, são a inveja e o medo. Temos medo da mudança, inveja da coragem de outrem, medo do novo, inveja daquilo que o outro tem, medo da negação, inveja das afirmações…

Seria maravilhoso, se em quase todas as situações da vida, submetêssemos ao crivo da nossa razão, tudo aquilo que se refere ao assunto debatido. Mas infelizmente ou não, isto simplesmente não ocorre. Ao ver declarações dos amigos politicamente corretos, sejam os ecochatos, os socialistas, os hipócritas, os sem-ter-o-que-fazer etc. me ponho a imaginar se estes, ao verem suas filhas, bem criadas, virgens, inconspurcadas e imaculadas, chegando em casa com um rapaz cheio de piercings e tatuagens dizendo ser seu namorado…O que você pensaria naquele exato momento? seja honesto consigo!

Imagine você observar, adentrando em uma sinagoga, um cidadão de turbante, barba crescida e com uma mochila na costa… Qual pensamento você terá? será um turista? Da mesma forma, imagine uma moto, parando em frente à uma lotérica, onde dois rapazes, um branco e um negro, enfim, não muito bem vestidos, estão sobre ela. De repente o negro salta e corre em direção ao interior do estabelecimento de forma abrupta, sem retirar o capacete, no que você pensa? Será que ele está atrasado para o trabalho e deseja pagar rapidamente uma conta? Poderia expor vários exemplos similares aqui, e óbvio que em nenhum dos exemplos, necessariamente, ocorrerá algo ruim, mas, pensamos assim no momento em que ocorrem?

Será realmente que o preconceito, por si só, é, necessariamente, um ato discriminatório? ou será uma forma que a evolução encontrou para que possamos nos proteger? será os dois? Será que a criação de estereótipos é apenas uma forma de separar e dispersar tipos sociais não condizentes com a realidade de quem vê? Será um não desprendimento a uma cultura sedimentada em nossas entranhas? Será o dia a dia estressante e corrido? ou a quantidade de violência gratuita nas mídias em geral? ou simplesmente, será tudo!

De qualquer forma, imagino que a única maneira de vivermos amigável e socialmente, mesmo com indivíduos totalmente distintos daquilo que somos, é a tolerância e o respeito. Julgar o todo pelas exceções não deveria se tornar praxe, mas sim o contrário. Acometer pessoas às vicissitudes de ser e agir de uma maioria declarada “normal”, denota a fraqueza de pensamentos aviltantes para com às “minorias”.

Tenhamos, cada um de nós, suas idiossincrasias, todavia, estas não devem criar uma camada obstrutiva entre pessoas. Debater, discordar e confrontar ideias, ideais, posicionamentos e escolhas é válido, entretanto agir de forma agressiva e indelicada àquele que se difere dos demais é nada mais nada menos que uma iniquidade sem precedentes.

Por um país mais Liberal… Contra a hipocrisia coletivista!!!

“A menor minoria na terra é o indivíduo. Aqueles que negam os direitos individuais não podem se dizer defensores das minorias.” Ayn Rand

Muito me amedronta ver em mídias ou conhecer pessoalmente, quaisquer pessoas que se “preocupam” demasiadamente com determinadas minorias. Deixam em mim a impressão de desejo de controle e autoritarismo sobre os “amados” sofridos. Fico a pensar.. qual seria o sentido de suas vidas se não existissem os desesperados???? Se o mundo fosse perfeito ou quase, o que fariam?? Como sobreviveriam?? No fundo, não tão fundo assim, os coletivistas são  profundos admiradores e amantes da desgraça alheia. Senão, como poderiam fingir ser as boas pessoas que são.

Amo comparecer às passeatas de determinados movimentos e ver reacionários em êxtase, aos berros, contra a Globo (sempre a Globo) e tudo e todos mais que estes considerem exploradores da vida humana, portando seus Iphones, calçando Nike ou All Star e vestindo uma blusa rasgada com seu maior herói… Che!

Jamais poderia, muito menos deveria, generalizar, tal qual fazem os socialistas em detrimento dos ‘coxinhas’ azuis, todavia, não vejo de outra forma esta generalização rubra, senão apenas um meio de obter quaisquer tipos de ganhos sobre àqueles que pretendem “auxiliar”. Incluo então, neste quesito – portadores da soberania da virtude – alguns setores da sociedade, tais como: Líderes religiosos, ONG’s, grande parte dos partidos políticos, movimentos sociais em geral (principalmente os ligados ao atual governo, as feministas e os LGBT’s), Sindicatos etc. Estão sempre buscando formas, leis, greves, fechando ruas, invadindo patrimônios privados ou públicos, agredindo pessoas, denegrindo imagens (sejam biográficas ou publicitárias), destruindo patrimônios… mas…tudo pelo social.

Em nenhum momento, é ou foi respeitada a vontade individual dos cidadãos, nem mesmo daqueles pelos quais se dizem justificar a insana defesa do bem comum. Somos todos um, como afirmam os benfeitores e protetores com pedras e paus nas mãos e portando máscaras, sejam de pano ou de caráter, bradando verborragicamente, suas logorreias equivocadas? Não, não somos todos um!

Somos um, que juntamente a bilhões de outros uns, formamos um conjunto, uma coletividade, com desejos distintos entre várias coletividades existentes.

“Nos indivíduos, a loucura é algo raro – mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra.” Friedrich Nietzsche

Caros hipócritas morais, travestidos de senhores da razão e da ética, esqueçam as minorias. Minorias estas que se tornam pratos cheios para suas ideias coletivistas, mas que no fundo, pretendem beneficiar apenas um indivíduo, você mesmo! Batalhem por seus crescimentos individuais… Seu crescimento faz crescer o país, podendo então fazer com que os indivíduos que necessitam de algum auxílio, sejam catapultados para um patamar bem acima daquele onde encontram-se. Não serão vocês, os sentimentalistas que o farão, apenas o capitalismo o fará.

Portanto, vivam suas vidas repletas de mágoas e frustrações, onde quase sempre são saneadas com aquisição de bens… Quase sempre de bens provenientes daquele mesmo país que eles tanto afirmam e dizem que odeiam. Preciso dizer qual? São 3 vogais apenas!!

Deixo aqui apenas para melhor entendimento, duas definições conforme o Dicionário Priberam (http://www.priberam.pt/dlpo/).

Coletivismo é um Sistema político que pretende tornar os meios de produção comuns a toda a sociedade.

Coletivista é a pessoa partidária do coletivismo.

Por um país mais liberal… Contra o politicamente correto!!!!

“Logo criarão uma lei que proibirá as mulheres de serem bonitas em nome da auto estima das feias e proibirão os homens bem-sucedidos de terem carrões em defesa da dignidade do ônibus ou do metrô. Duvida ? Basta um mentiroso inventar que isso é necessário para um convívio democrático. Isso se chama a ditadura dos ofendidos.” Luiz Felipe Pondé

Nunca antes na história deste país, foi tão chato viver. Não se pode fumar, comer porcarias, ser gordo, magro, escutar funk, ser ateu, capitalista… Precisamos nos preocupar com a natureza e medir cada palavra dita, pois senão chatearemos os ofendidos. É necessário andar conforme a música chata da dinastia dos derrotados.

Como Pondé declara na citação acima, estão criando formas de nos regrar sem jamais perguntarem se queremos isso ou aquilo. Surgem leis a todo momento desejando controlar nossas vidas… Afinal de contas, os socialistas politicamente corretos estão sempre certos, pois… eles se preocupam!! Vivem apaziguando conflitos, tantas vezes criados por eles mesmos. Usam a tática da segregação de um mundo inventado por tais, somos nós contra eles, patrão contra proletariado, héteros versus gays, brancos sobre negros, pobres sob ricos, belos e feios etc. Tudo é bullying!!!

“Para com essa porra… Esse bando de badernista…” Away de Petrópolis

Tudo pelo social… Os hipócritas socialistas politicamente “corretos”, sonham em fazer da sua diversidade a igualdade de todos os pensamentos. Estão criando um mundo de covardes sociais, sem poder de reação… Seu paraíso consiste na criação do admirável mundo novo, onde todos se preocupam com suas saúdes, ninguém fuma, comemos apenas alimentos hidropônicos e orgânicos, aplaudimos o sol, abraçamos árvores, usamos protetor solar, não emitimos gases poluidores, só transamos de camisinha, temos fé e sempre falamos com alguém de forma educada e polida.

Parte da liberdade diz que seria meu direito poder decidir ir para o “inferno” à minha maneira. Eu não quero viver sob a “autoestima” dos derrotados e covardes, pois é necessário assumir os riscos de suas atitudes e, o que os politicamente corretos são absolutamente os melhores, é na arte de sempre imputar aos outros a culpa por suas vidas medíocres, infelizes sem motivo, e sua única forma de se sentir menos pior consigo mesmo, seria fazer de sua vida um infame Complexo de Pollyanna.

Se a vida continuar assim, as coisas, em breve, estarão pretas… digo, afrodescendentes!